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sexta-feira, 25 de dezembro de 2015
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
Antes de servir
“Bem como o Filho do homem não veio para ser
servido, mas para servir.”
Jesus (Mateus, 20:28)
Em companhia do espírito de serviço, estaremos sempre bem guardados. A
Criação inteira nos reafirma esta verdade com clareza absoluta.
Dos reinos inferiores às mais altas esferas, todas as coisas servem a seu
tempo.
A lei do trabalho, com a divisão e a especialização nas tarefas, prepondera
nos mais humildes elementos, nos variados setores da Natureza.
Essa árvore curará enfermidades, aquela outra produzirá frutos.
Há pedras que contribuem na construção do lar; outras existem calçando os
caminhos.
O Pai forneceu ao filho homem a casa planetária, onde cada objeto se
encontra em lugar próprio, aguardando somente o esforço digno e a palavra de
ordem, para ensinar à criatura a arte de servir. Se lhe foi doada a pólvora destinada à
libertação da energia e se a pólvora permanece utilizada por instrumento de morte
aos semelhantes, isto corre por conta do usufrutuário da moradia terrestre, porque o
Supremo Senhor em tudo sugere a prática do bem, objetivando a elevação e o
enriquecimento de todos os valores do Patrimônio Universal.
Não olvidemos que Jesus passou entre nós, trabalhando. Examinemos a
natureza de sua cooperação sacrificial e aprendamos com o Mestre a felicidade de
servir santamente.
Podes começar hoje mesmo.
Uma enxada ou uma caçarola constituem excelentes pontos de início. Se te
encontras enfermo, de mãos inabilitadas para a colaboração direta, podes principiar
mesmo assim, servindo na edificação moral de teus irmãos.
“Bem como o Filho do homem não veio para ser
servido, mas para servir.”
Jesus (Mateus, 20:28)
Em companhia do espírito de serviço, estaremos sempre bem guardados. A
Criação inteira nos reafirma esta verdade com clareza absoluta.
Dos reinos inferiores às mais altas esferas, todas as coisas servem a seu
tempo.
A lei do trabalho, com a divisão e a especialização nas tarefas, prepondera
nos mais humildes elementos, nos variados setores da Natureza.
Essa árvore curará enfermidades, aquela outra produzirá frutos.
Há pedras que contribuem na construção do lar; outras existem calçando os
caminhos.
O Pai forneceu ao filho homem a casa planetária, onde cada objeto se
encontra em lugar próprio, aguardando somente o esforço digno e a palavra de
ordem, para ensinar à criatura a arte de servir. Se lhe foi doada a pólvora destinada à
libertação da energia e se a pólvora permanece utilizada por instrumento de morte
aos semelhantes, isto corre por conta do usufrutuário da moradia terrestre, porque o
Supremo Senhor em tudo sugere a prática do bem, objetivando a elevação e o
enriquecimento de todos os valores do Patrimônio Universal.
Não olvidemos que Jesus passou entre nós, trabalhando. Examinemos a
natureza de sua cooperação sacrificial e aprendamos com o Mestre a felicidade de
servir santamente.
Podes começar hoje mesmo.
Uma enxada ou uma caçarola constituem excelentes pontos de início. Se te
encontras enfermo, de mãos inabilitadas para a colaboração direta, podes principiar
mesmo assim, servindo na edificação moral de teus irmãos.
domingo, 20 de dezembro de 2015
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
sábado, 7 de novembro de 2015
Vozes de uma sombra
Este poema foi psicografado por F. C Xavier
em 1932 Obra Parnaso de Além Túmulo
Donde venho? Das eras
remotíssimas,
Das substâncias
elementaríssimas,
Emergindo das cósmicas
matérias.
Venho dos invisíveis
protozoários,
Da confusão dos seres
embrionários,
Das células primevas,
das bactérias.
Venho da fonte eterna das
origens,
No turbilhão de todas as
vertigens,
Em mil transmutações,
fundas e enormes;
Do silêncio da mônada
invisível,
Do tetro e fundo abismo,
negro e horrível,
Vitalizando corpos
multiformes.
Sei que evolvi e sei que
sou oriundo
Do trabalho telúrico do
mundo,
Da Terra no vultoso e
imenso abdômen;
Sofri, desde as intensas
torpitudes
Das larvas microscópicas
e rudes,
A infinita desgraça de
ser homem.
Na Terra, apenas fui
terrível presa,
Simbiose da dor e da
tristeza,
Durante penosíssimos
minutos;
A dor, essa tirânica
incendiária,
Abatia-me a vida
solitária
Como se eu fora bruto
entre os mais brutos.
Depois, voltei desse
laboratório,
Onde me revolvi como
infusório,
Como animálculo medonho,
obscuro,
Té atingir a evolução
dos seres
Conscientes de todos os deveres,
Descortinando as luzes
do futuro.
E vejo os meus
incógnitos problemas
Iguais a horrendos e
fatais dilemas,
Enigmas insolúveis e
profundos;
Sombra egressa de lousa
dura e fria,
Grito ao mundo o meu
grito que se alia
A todos os anseios
gemebundos: —
“Homem! por mais que
gastes teus fosfatos
Não saberás, analisando
os fatos,
Inda que desintegres
energias,
A razão do completo e do
incompleto,
Como é que em homem se
transforma o feto
Entre os duzentos e
setenta dias.
A flor da laranjeira, a
asa do inseto,
Um estafermo e um Tales
de Mileto,
Como existiram, não
perceberás;
E nem compreenderás como
se opera
A mutação do inverno em
primavera,
E a transubstanciação da
guerra em paz;
Como vivem o novo e o
obsoleto,
O ângulo obtuso e o
ângulo reto
Dentro das linhas da
Geometria;
A luz de Miguel Angelo
nas artes,
E o espírito profundo de
Descartes
No eterno estudo da
Filosofia.
Porque existem as
crianças e os macróbios
Nas coletividades dos
micróbios
Que fazem a vida enferma
e a vida sã;
Os antigos remédios alopatas
E as modernas dosagens
homeopatas,
Produto da experiência
de Hahnemann.
A psíquico-análise
freudiana
Tentando aprofundar a
alma humana
Com a mais
requintadíssima vaidade,
E as teorias do
Espiritualismo
Enchendo os homens todos
de otimismo,
Mostrando as luzes da
imortalidade.
Como vive o canário
junto ao corvo,
O céu iluminado, o
inferno torvo
Nos absconsos refolhos
da consciência;
O laconismo e a
prolixidade,
A atividade e a
inatividade,
A noite da ignorância e
o sol da Ciência.
As epidermes e as
aponevroses,
As grandes atonias e as
nevroses,
As atrações e as grandes
repulsões,
Que reunindo os átomos
no solo
Tecem a evolução de pólo
a pólo,
Em prodigiosas
manifestações;
Como os degenerados
blastodermas
Criam a descendência dos
palermas
No lupanar das pobres
meretrizes,
Junto dois palacetes
higiênicos,
Onde entre gozos
fúlgidos e edênicos
Cresce a alegre progênie
dos felizes.
Os lombricóides mínimos,
os vermes,
Em contraposição com os
paquidermes,
Assombrosas antíteses no
mundo;
É o gigante e o germe
originário,
Os milhões de
corpúsculos do ovário,
Onde há somente um óvulo
fecundo.
A alma pura do Cristo e
a de Tibério,
Vaso de carne podre, o
cemitério,
E o jardim rescendendo
de perfumes;
O doloroso e tetro
cataclismo
Da beleza louçã do
organismo,
Repleto de dejetos e de
estrumes.
As coisas sustanciais e
as coisas ocas,
As idéias conexas e as
loucas,
A teoria cristã e
Augusto Comte;
E o desconhecido e o
devassado,
E o que é ilimitado e o
limitado
Na óptica ilusória do
horizonte.
Os terrenos povoados e o
deserto,
Aquilo que está longe e
o que está perto;
O que não tem sinal e o
que tem marca;
A funda simpatia e a
antipatia,
As atrofias e a
hipertrofia,
Como as tuberculoses e a
anasarca.
Os fenômenos todos
geológicos,
Psíquicos, científicos,
sociológicos,
Que inspiram pavor e
inspiram medo,
Homem! por mais que a
idéia tua gastes,
Na solução de todos os
contrastes,
Não saberás o cósmico
segredo.
E apesar da teoria mais
abstrusa
Dessa ciência inicial,
confusa,
A que se acolhem míseros
ateus,
Caminharás lutando além
da cova,
Para a Vida que eterna
se renova,
Buscando as perfeições
do Amor em Deus.”
Augusto dos Anjos
Augusto dos Anjos
domingo, 27 de setembro de 2015
Senti vontade de colocar este
texto, por que achei muito lindo e quero dedicar a todos com gratidão
e reconhecimento!
Um professor perguntou, certa vez,
a um de seus alunos qual era o significado da palavra amigo.
O menino não soube, de pronto,
responder.
Ficou, por alguns momentos, em
silêncio e, por fim, repetiu a palavra amigo separando devagar as
sílabas
O professor, porém, insistiu: Vamos! Responda-me. Que significa a palavra amigo?
Ao fim de dois ou três minutos, então, o jovem respondeu:
- Penso que amigo é uma pessoa que nos conhece perfeitamente, sabe da nossa vida e, apesar de tudo, ainda nos quer muito bem!
- Bravo! – exclamou o mestre – eis uma resposta que me parece simples e perfeita! Um dos tesouros mais preciosos na vida é a boa amizade! – terminou dizendo ele com vibração.
“A amizade redobra as alegrias e reparte as penas em duas metades.
A amizade é um raio de sol que ilumina a vida. Não há rosto por mais imperfeito, nem espírito por mais sofredor, que um relâmpago da verdadeira amizade não possa tornar encantador.
A amizade é um sentimento raro; só são capazes de senti-lo aqueles que são capazes de inspirá-lo.”
Eis as palavras do escritor Malba Tahan, elevando à sublimidade este laço bendito que nos une ao próximo.
Talvez apenas a arte, tocada pelo condão da espiritualidade, consiga trazer em versos pronunciáveis, o que a amizade significa para o espírito.
Eis um poema de autor desconhecido:
“Pode ser que um dia deixemos de nos falar.
Mas enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.
Pode ser que um dia o tempo passe.
Mas, se a amizade permanecer,
Um do outro há de se lembrar.
Pode ser que um dia nos afastemos.
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.
Pode ser que um dia não mais existamos.
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.
Pode ser que um dia tudo acabe.
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de uma forma diferente,
Sendo único e inesquecível cada momento que juntos viveremos, e nos lembraremos para sempre.”
***
A dádiva de um coração amigo é sempre acolhida com benevolência.
Ter amizade é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.
A amizade pura é uma flor que nunca fenece.
Talvez tenha sido por isso que o filósofo francês Voltaire disse:
Todas as glórias deste mundo não valem um amigo fiel.
O professor, porém, insistiu: Vamos! Responda-me. Que significa a palavra amigo?
Ao fim de dois ou três minutos, então, o jovem respondeu:
- Penso que amigo é uma pessoa que nos conhece perfeitamente, sabe da nossa vida e, apesar de tudo, ainda nos quer muito bem!
- Bravo! – exclamou o mestre – eis uma resposta que me parece simples e perfeita! Um dos tesouros mais preciosos na vida é a boa amizade! – terminou dizendo ele com vibração.
“A amizade redobra as alegrias e reparte as penas em duas metades.
A amizade é um raio de sol que ilumina a vida. Não há rosto por mais imperfeito, nem espírito por mais sofredor, que um relâmpago da verdadeira amizade não possa tornar encantador.
A amizade é um sentimento raro; só são capazes de senti-lo aqueles que são capazes de inspirá-lo.”
Eis as palavras do escritor Malba Tahan, elevando à sublimidade este laço bendito que nos une ao próximo.
Talvez apenas a arte, tocada pelo condão da espiritualidade, consiga trazer em versos pronunciáveis, o que a amizade significa para o espírito.
Eis um poema de autor desconhecido:
“Pode ser que um dia deixemos de nos falar.
Mas enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.
Pode ser que um dia o tempo passe.
Mas, se a amizade permanecer,
Um do outro há de se lembrar.
Pode ser que um dia nos afastemos.
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.
Pode ser que um dia não mais existamos.
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.
Pode ser que um dia tudo acabe.
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de uma forma diferente,
Sendo único e inesquecível cada momento que juntos viveremos, e nos lembraremos para sempre.”
***
A dádiva de um coração amigo é sempre acolhida com benevolência.
Ter amizade é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.
A amizade pura é uma flor que nunca fenece.
Talvez tenha sido por isso que o filósofo francês Voltaire disse:
Todas as glórias deste mundo não valem um amigo fiel.
Equipe de Redação do Momento
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