Mensagens

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Mãos à obra


 
“Que  fareis,  pois,  irmãos?  Quando  vos  ajuntais,  cada 
um  de  vós  tem  doutrina,  tem  revelação,  tem  língua,  tem 
interpretação. Faça­se tudo para edificação.”
 
Paulo (I Coríntios, 14:26) 
A  igreja  de  Corinto  lutava  com  certas  dificuldades  mais  fortes,  quando 
Paulo lhe escreveu a observação aqui transcrita. 
O  conteúdo  da  carta  apreciava  diversos  problemas  espirituais  dos 
companheiros do Peloponeso, mas podemos insular o versículo e aplicá­lo a certas 
situações dos novos agrupamentos cristãos, formados no ambiente do Espiritismo, 
na revivescência do Evangelho. 
Quase  sempre  notamos  intensa  preocupação  nos  trabalhadores,  por 
novidades em fenomenologia e revelação. 
Alguns  núcleos  costumam  paralisar  atividades  quando  não  dispõem  de 
médiuns adestrados. 
Por quê? 
Médium  algum  solucionará,  em  definitivo,  o  problema  fundamental  da 
iluminação dos companheiros. 
Nossa tarefa espiritual seria absurda se estivesse circunscrita à freqüência 
mecânica de muitos, a um centro qualquer, simplesmente para assinalarem o esforço 
de alguns poucos. 
Convençam­se os discípulos de que o trabalho e a realização pertencem a 
todos e que é imprescindível se movimente cada qual no serviço edificante que lhe 
compete.  Ninguém  alegue  ausência  de  novidades,  quando  vultosas  concessões  da 
esfera superior aguardam a firme decisão do aprendiz de boa­vontade, no sentido de 
conhecer a vida e elevar­se. 
Quando vos reunirdes, lembrai a doutrina e a revelação, o poder de falar e 
de interpretar de que já sois detentores e colocai mãos à obra do bem e da luz, no 
aperfeiçoamento indispensável.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Nos Momentos de Insuportáveis Pressões

Não perca a calma, o sentido do bem, a esperança, o autodomínio. Seja leal, sincero com você mesmo. Caminhe, lute, tenha paciência e o equilíbrio acontecerá. Se você percebeu que errou, não se desespere, todos carregam a falibilidade. A coragem em reconhecer o seu próprio erro representa o melhor estímulo para o seu reerguimento, sua vitória. O importante é não deliberar sem reflexão — só assim, você será capaz de modificar a situação que está vivendo. Tenha coragem. Se o problema é complexo, você não deve esquecer que é necessário saber esperar, ser paciente, não perder a calma para poder alcançar a revelação das soluções, a resolução de suas dificuldades. Quando tudo parecer perdido, extremamente difícil, você deve lembrar que para o Criador tudo é possível. O importante, no momento, é a consciência da fé, a forçada esperança que tudo transforma. Em qualquer situação, a prece traz discernimento, elucida, conduz a reflexão, à paciência, a calma, ilumina o seu interior. A humildade, a tolerância, a bondade, o amor, a afabilidade, a gratidão, o trabalho honesto e a fé racional no Criador ajudam sempre. Não perca o ânimo; seja comedido, mantenha o controle pessoal, cultive o pensamento positivo, seja pacífico, honesto com o próximo e com os seus princípios; aprenda a lição de hoje para não cometer novos erros amanhã. Diante de todas as crises, as incompreensões, as dificuldades, as escuridões, não acuse o seu irmão. Trabalhe, tenha esperança, lute para fazer a iluminação, seja feliz. Meu bom amigo, no processo evolutivo só é vencedor quem vence a si mesmo. Ajude o próximo e você encontrará a força abençoada da renovação. Autoconhecimento, luz, evolução.

O Abraço de LEOCÁDIO JOSÉ CORREIA Mensagem psicografada pelo médium Maury Rodrigues da Cruz Extraída da obra: "Na luta do cotidiano, A força do amor"

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

-ESTEJAMOS CONTENTES


 "Tendo,  porém,  sustento  e  com  que  nos  cobrirmos,  estejamos  com
isso contentes”.- Paulo. (1 TIMOTEO, 6:8.)

O monopolizador de trigo não poderá abastecer-se à mesa senão de
algumas fatias de pão, para saciar as exigências da sua fome.
O  proprietário  da  fábrica  de  tecidos  não  despenderá  senão  alguns
metros  de  pano  para  a  confecção  de  um  costume,  destinado  ao
próprio uso.
Ninguém deve alimentar-se ou vestir-se pelos padrões da gula e da
vaidade,  mas  sim  de  conformidade  com  os  princípios  que  regem  a
vida em seus fundamentos naturais.
Por  que  esperas  o  banquete,  a  fim  de  ofereceres  algumas  migalhas
ao companheiro que passa faminto?
Por  que  reclamas  um tesouro  de moedas  na  retaguarda,  para  seres
útil ao necessitado? A caridade não depende da bolsa. É fonte nascida no coração.
É  sempre  respeitável  o  desejo  de  algo  possuir  no  mealheiro  para
socorro  do  próximo  ou  de  si  mesmo,  nos  dias  de  borrasca  e
insegurança,  entretanto,  é  deplorável  a  subordinação  da  prática  do
bem ao cofre recheado.
Descerra,  antes  de  tudo,  as  portas  da  tua  alma  e  deixa  que  o  teu
sentimento  fulgure  para  todos,  à  maneira  de  um  astro  cujos  raios
iluminem, balsamizem, alimentem e aqueçam. . .
A chuva, derramando-se em gotas, fertiliza o solo e sustenta bilhões
de vidas.
Dividamos  o  pouco,  e  a  insignificância  da  boa-vontade,  amparada
pelo amor, se converterá com o tempo em prosperidade comum..
Algumas  sementes,  atendidas  com  carinho,  no  curso  dos  anos,
podem dominar glebas imensas.
Estejamos  alegres  e  auxiliemos  a  todos  os  que  nos  partilhem  a
marcha, porque, segundo a sábia palavra do apóstolo, se possuímos
a graça de contar com o pão e com o agasalho para cada dia, cabe-
nos a obrigação de viver e servir em paz e contentamento.

Da Obra - Fonte Viva - Fco. Cândido Xavier - Emmanuel

sábado, 6 de setembro de 2014


sexta-feira, 5 de setembro de 2014

CADA QUAL



“Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo”.- Paulo. I
CORINTIOS 12:4.

Em  todos  os  lugares  e  posições,  cada  qual  pode  revelar  qualidades
divinas para a edificação de quantos com ele convivem.
Aprender  e  ensinar  constituem  tarefas  de  cada  hora,  para  que
colaboremos no engrandecimento do tesouro comum de sabedoria e
de amor.
Quem administra, mais freqüentemente pode expressar a justiça e a
magnanimidade.
Quem  obedece,  dispõe  de  recursos  mais  amplos  para  demonstrar  o
dever bem cumprido.
O  rico,  mais  que  os  outros,  pode  multiplicar  o  trabalho  e  dividir  as
bênçãos.
O pobre, com mais largueza, pode amealhar a fortuna da esperança e
da dignidade.
O forte, mais facilmente, pode ser generoso, a todo instante.
O  fraco,  sem  maiores  embaraços,  pode  mostrar-se  humilde,  em
quaisquer ocasiões.
O  sábio,  com  dilatados  cabedais,  pode  ajudar  a  todos,  renovando  o
pensamento geral para o bem.
O aprendiz, com oportunidades multiplicadas, pode distribuir sempre
a riqueza da boa-vontade.
O são, comumente, pode projetar a caridade em todas as direções.
O doente, com mais segurança, pode plasmar as lições da paciência
no ânimo geral.
Os  dons  diferem,  a  inteligência  se  caracteriza  por  diversos  graus,  o
merecimento  apresenta  valores  múltiplos,  a  capacidade  é  fruto  do
esforço de cada um, mas o Espírito Divino que sustenta as criaturas é
substancialmente o mesmo.
Todos somos suscetíveis de realizar muito, na esfera de trabalho em
que nos encontramos.
Repara  a  posição  em  que  te  situas  e  atende  aos  imperativos  do
Infinito  Bem.  Coloca  a  Vontade  Divina  acima  de  teus  desejos,  e  a
Vontade Divina te aproveitará.

  Da Obra fonte Viva- Emmanuel
Fco Cândido Xavier

sábado, 30 de agosto de 2014

Mãos à obra





“Que  fareis,  pois,  irmãos?  Quando  vos  ajuntais,  cada
um  de  vós  tem  doutrina,  tem  revelação,  tem  língua,  tem
interpretação. Faça-­se tudo para edificação.”

Paulo (I Coríntios, 14:26)
A  igreja  de  Corinto  lutava  com  certas  dificuldades  mais  fortes,  quando
Paulo lhe escreveu a observação aqui transcrita.
O  conteúdo  da  carta  apreciava  diversos  problemas  espirituais  dos
companheiros do Peloponeso, mas podemos insular o versículo e aplicá-­lo a certas
situações dos novos agrupamentos cristãos, formados no ambiente do Espiritismo,
na revivescência do Evangelho.
Quase  sempre  notamos  intensa  preocupação  nos  trabalhadores,  por
novidades em fenomenologia e revelação.
Alguns  núcleos  costumam  paralisar  atividades  quando  não  dispõem  de
médiuns adestrados.
Por quê?
Médium  algum  solucionará,  em  definitivo,  o  problema  fundamental  da
iluminação dos companheiros.
Nossa tarefa espiritual seria absurda se estivesse circunscrita à freqüência
mecânica de muitos, a um centro qualquer, simplesmente para assinalarem o esforço
de alguns poucos.
Convencesse os discípulos de que o trabalho e a realização pertencem a
todos e que é imprescindível se movimente cada qual no serviço edificante que lhe
compete.  Ninguém  alegue  ausência  de  novidades,  quando  vultosas  concessões  da
esfera superior aguardam a firme decisão do aprendiz de boa­-vontade, no sentido de
conhecer a vida e elevar-­se.
Quando vos reunirdes, lembrai a doutrina e a revelação, o poder de falar e
de interpretar de que já sois detentores e colocai mãos à obra do bem e da luz, no
aperfeiçoamento indispensável. ( Emmanuel - Psic. Francisco C. Xavier)

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

ENTENDAMOS SERVINDO ( Da Obra Pão Nosso de Emmanuel)

 
“Porque também nós éramos, noutro tempo, insensatos.”

Paulo (Tito, 3:3)
O martelo, realmente, colabora nos primores da estatuária, mas não pode
golpear a pedra, indiscriminadamente.
O remédio amargo estabelece a cura do corpo enfermo, no entanto, reclama
ciência na dosagem.
Nem mais, nem menos.
Na sementeira da verdade, igualmente, é indispensável não nos desfaçamos
em movimento impensado.
Na  Terra,  não  respiramos  num  domicílio  de  anjos.  Somos  milhões  de
criaturas, no labirinto de débitos clamorosos do passado, suspirando pela desejada
equação.
Quem  ensina  com  sinceridade,  naturalmente  aprendeu  as  lições,
atravessando obstáculos duros.
Claro  que  a  tolerância  excessiva  resulta  em  ausência  de  defesa  justa,
entretanto, é inegável que para educarmos a outrem, necessitamos de imenso cabedal
de paciência e entendimento.
Paulo,  incisivo  e  enérgico,  não  desconhecia  semelhante  realidade.
Escrevendo a Tito, lembra as próprias incompreensões de outra época para justificar
a serenidade que nos deve caracterizar a ação, a serviço do Evangelho Redentor.
Jamais  atingiremos  nossos  objetivos,  torturando  chagas,  indicando
cicatrizes, comentando defeitos ou atirando espinhos à face alheia.
Compreensão e respeito devem preceder­nos a tarefa em qualquer parte.
Recordemos  nós  mesmos,  na  passagem  pelos  círculos  mais  baixos,  e
estendamos braços fraternos aos irmãos que se debatem nas sombras.
Se te encontras interessado no serviço do Cristo, lembra­te de que Ele não
funcionou em promotoria de acusação e, sim, na tribuna do sacrifício até à cruz, na
condição de advogado do mundo inteiro. ( Psic. Francisco C. Xavier)