Mensagens
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
MULTIDÕES
"Tenho compaixão da multidão." - Jesus. (MARCOS, 8:2.)
Os espíritos verdadeiramente educados representam, em todos os tempos,
grandes devedores à multidão.
Raros homens, no entanto, compreendem esse imperativo das leis espirituais.
Em geral, o mordomo das possibilidades terrestres, meramente instruído na
cultura do mundo, esquiva-se da massa comum, ao invés de ajudá-la. Explora-lhe as
paixões, mantém-lhe a ignorância e costuma roubar-lhe o ensejo de progresso. Traça leis
para que ela pague os impostos mais pesados, cria guerras de extermínio, em que deva
concorrer com os mais elevados tributos de sangue. O sacerdócio organizado, quase
sempre, impõe-lhe sombras, enquanto a filosofia e a ciência lhe oferecem sorrisos
escarnecedores.
Em todos os tempos e situações políticas, conta o povo com escassos amigos e
adversários em legiões.
Acima de todas as Possibilidades humanas, entretanto, a multidão dispõe do
Amigo Divino.
Jesus prossegue trabalhando.
Ele, que passou no Planeta entre pescadores e proletários, aleijados e cegos,
velhos cansados e mães aflitas, volta-se para a turba sofredora e alimenta-lhe a
esperança, como naquele momento da multiplicação dos pães.
Lembra-te, meu amigo, de que és parte integrante da multidão terrestre.
O Senhor observa o que fazes.
Não roubes o pão da vida; procura multiplicá-lo.
terça-feira, 22 de julho de 2014
EM SILÊNCIO - Emmanuel - Fco C. Xavier
"Não servindo à vista, como para agradar aos homens, mas como servos do
Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus." - Paulo. (EFÉSIOS, 6:6.)
Se sabes, atende ao que ignora, sem ofuscá-lo com a tua luz.
Se tens, ajuda ao necessitado, sem molestá-lo com tua posse.
Se amas, não firas o objeto amado com exigências.
Se pretendes curar, não humilhes o doente.
Se queres melhorar os outros, não maldigues ninguém.
Se ensinas a caridade, não te trajes de espinhos, para que teu contacto não
dilacere os que sofrem.
Tem cuidado na tarefa que o Senhor te confiou.
É muito fácil servir à vista. Todos querem fazê-lo, procurando o apreço dos
homens.
Difícil, porém, é servir às ocultas, sem o ilusório manto da vaidade.
É por isto que, em todos os tempos, quase todo o trabalho das criaturas é
dispersivo e enganoso. Em geral, cuida-se de obter a qualquer preço as gratificações e as
honras humanas.
Tu, porém, meu amigo, aprende que o servidor sincero do Cristo fala pouco e
constrói, cada vez mais, com o Senhor, no divino silêncio do espírito...
Vai e serve.
Não te dêem cuidado as fantasias que confundem os olhos da carne e nem te
consagres aos ruídos da boca.
Faze o bem, em silêncio.
Foge às referências pessoais e aprendamos a cumprir, de coração, a vontade de
Deus.
domingo, 20 de julho de 2014
Da Obra Fonte Viva ( Fco. Cândido Xavier )
6-ACEITA A CORREÇÃO
E, na verdade, toda correção, no presente, não parece ser de gozo,
senão de tristeza, mas, depois, produz um fruto pacífico de justiça
nos exercitados por ela.- Paulo. (HEBREUS, 12:11).
A terra, sob a pressão do arado, rasga-se e dilacera-se, no entanto, a
breve tempo, de suas leiras retificadas brotam flores e frutos
deliciosos.
A árvore, em regime de poda, perde vastas reservas de seiva,
desnutrindo-se e afeando-se, todavia, em semanas rápidas, cobre-se
de nova robustez, habilitando-se à beleza e à fartura.
A água humilde abandona o aconchego da fonte, sofre os impositivos
do movimento, alcança o grande rio e, depois, partilha a grandeza do
mar.
Qual ocorre na esfera simples da Natureza,
acontece no reino complexo da alma.
A corrigenda é sempre rude, desagradável, amargurosa; mas,
naqueles que lhe aceitam a luz, resulta sempre em frutos abençoados
de experiência, conhecimento, compreensão e justiça.
A terra, a árvore e a água suportam-na, através de constrangimento,
mas o Homem, campeão da inteligência no Planeta, é livre para
recebê-la e ambientá-la no próprio coração.
O problema da felicidade pessoal, por isso mesmo, nunca será
resolvido pela fuga ao processo reparador.
Exterioriza-se a correção celeste em todos os ângulos da Terra.
Raros, contudo, lhe aceitam a bênção, porque semelhante dádiva, na
maior parte das vezes, não chega envolvida em arminho, e, quando
levada aos lábios, não se assemelha a saboroso confeito. Surge,
revestida de acúleos ou misturada de fel, à guisa de remédio curativo
e salutar.
Não percas, portanto, a tua preciosa oportunidade de
aperfeiçoamento.
A dor e o obstáculo, o trabalho e a luta são recursos de sublimação
que nos compete aproveitar.
E, na verdade, toda correção, no presente, não parece ser de gozo,
senão de tristeza, mas, depois, produz um fruto pacífico de justiça
nos exercitados por ela.- Paulo. (HEBREUS, 12:11).
A terra, sob a pressão do arado, rasga-se e dilacera-se, no entanto, a
breve tempo, de suas leiras retificadas brotam flores e frutos
deliciosos.
A árvore, em regime de poda, perde vastas reservas de seiva,
desnutrindo-se e afeando-se, todavia, em semanas rápidas, cobre-se
de nova robustez, habilitando-se à beleza e à fartura.
A água humilde abandona o aconchego da fonte, sofre os impositivos
do movimento, alcança o grande rio e, depois, partilha a grandeza do
mar.
Qual ocorre na esfera simples da Natureza,
acontece no reino complexo da alma.
A corrigenda é sempre rude, desagradável, amargurosa; mas,
naqueles que lhe aceitam a luz, resulta sempre em frutos abençoados
de experiência, conhecimento, compreensão e justiça.
A terra, a árvore e a água suportam-na, através de constrangimento,
mas o Homem, campeão da inteligência no Planeta, é livre para
recebê-la e ambientá-la no próprio coração.
O problema da felicidade pessoal, por isso mesmo, nunca será
resolvido pela fuga ao processo reparador.
Exterioriza-se a correção celeste em todos os ângulos da Terra.
Raros, contudo, lhe aceitam a bênção, porque semelhante dádiva, na
maior parte das vezes, não chega envolvida em arminho, e, quando
levada aos lábios, não se assemelha a saboroso confeito. Surge,
revestida de acúleos ou misturada de fel, à guisa de remédio curativo
e salutar.
Não percas, portanto, a tua preciosa oportunidade de
aperfeiçoamento.
A dor e o obstáculo, o trabalho e a luta são recursos de sublimação
que nos compete aproveitar.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
terça-feira, 29 de abril de 2014
TRECHOS DA VIDA DE CHICO XAVIER
2
O VALOR DA ORAÇÃO
A madrinha do Chico, por vezes, passava tempos entregue a obsessão.
Assim é que, nessas fases, a exasperação dela era mais forte.
Em algumas ocasiões, por isso, condenava o menino a vários dias de
fome.
Certa feita, já fazia três dias que a criança permanecia em completo jejum.
À tarde, na hora da prece, encontrou a mãezinha desencarnada que lhe
perguntou o motivo da tristeza com a qual se apresentava.
— Então, a senhora não sabe — explicou o Chico — tenho passado muita
fome.
— Ora, você está reclamando muito, meu filho! — disse Dona Maria João
de Deus — menino guloso tem sempre indigestão.
— Mas hoje bem que eu queria comer alguma coisa...
A mãezinha abraçou-o e recomendou:
— Continue na oração e espere um pouco.
O menino ficou repetindo as palavras do Pai Nosso e daí a instantes um
grande cão da rua penetrou o quintal.
Aproximou-se dele e deixou cair da bocarra um objeto escuro.
Era um jatobá saboroso...
Chico recolheu, alegre, O pesado fruto, ao mesmo tempo que reviu a
mãezinha ao seu lado, acrescentando.
— Misture o jatobá com água e você terá um bom alimento.
E, despedindo-se da criança, acentuou:
— Como você observa, meu filho, quando oramos com fé viva até um cão
pode nos ajudar, em nome de Jesus.
...................................................................................................................................
Quando Dna Maria João de Deus desencarnou em 29 de setembro de 1915, o menino Chico contava com apenas 5 anos e passou a ser cuidado pela sua madrinha que era uma pessoa atormentada por espíritos obscessores que a utilizavam para maltratar aquele que seria, na nossa opinião, o maior médium e maior espírito que reencarnou na Terra, depois de Jesus. Palavras de Jerônimo Mendonça em uma de suas palestras que presenciei no Centro Espírita Bezerra de Meneses, quando ele, Jerônimo, um dos maiores oradores que conheci, falava com aquele voz encorpada que Deus lhe deu. Ele dizia, quem é maior do que Chico, que eu saiba só Jesus ! Grande Jerônimo Mendonça ! Quando encarnado, aqui na Terra, viajava pelo Brasil todo em uma pequena maca. Cego, movendo apenas a cabeça, o corpo paralisado por uma enfermidade que o mantinha preso a maca. Mas, ele que foi chamado "O Gigante deitado" mantinha-se sempre disposto e brincalhão. Era mesmo um gigante na oratória, contava histórias, brincava com todos, cantava. suas histórias sobre a vida de Jesus dava-nos a impressão de sermos transportados àqueles recuados tempos, eu que não tenho uma sensibilidade mediúnica muito apurada sentia-me como viajando, a recuados tempos, tal o magnetismo irradiado por este grande espírito. Jerônimo partiu para a Pátria Espiritual a alguns anos. E Divaldo certo dia disse que o havia visto, vestido em luz. Veio caminhando ao encontro de Divaldo, abraço-o e disse sorrindo: "O gigante, agora, está de pé".
O VALOR DA ORAÇÃO
A madrinha do Chico, por vezes, passava tempos entregue a obsessão.
Assim é que, nessas fases, a exasperação dela era mais forte.
Em algumas ocasiões, por isso, condenava o menino a vários dias de
fome.
Certa feita, já fazia três dias que a criança permanecia em completo jejum.
À tarde, na hora da prece, encontrou a mãezinha desencarnada que lhe
perguntou o motivo da tristeza com a qual se apresentava.
— Então, a senhora não sabe — explicou o Chico — tenho passado muita
fome.
— Ora, você está reclamando muito, meu filho! — disse Dona Maria João
de Deus — menino guloso tem sempre indigestão.
— Mas hoje bem que eu queria comer alguma coisa...
A mãezinha abraçou-o e recomendou:
— Continue na oração e espere um pouco.
O menino ficou repetindo as palavras do Pai Nosso e daí a instantes um
grande cão da rua penetrou o quintal.
Aproximou-se dele e deixou cair da bocarra um objeto escuro.
Era um jatobá saboroso...
Chico recolheu, alegre, O pesado fruto, ao mesmo tempo que reviu a
mãezinha ao seu lado, acrescentando.
— Misture o jatobá com água e você terá um bom alimento.
E, despedindo-se da criança, acentuou:
— Como você observa, meu filho, quando oramos com fé viva até um cão
pode nos ajudar, em nome de Jesus.
...................................................................................................................................
Quando Dna Maria João de Deus desencarnou em 29 de setembro de 1915, o menino Chico contava com apenas 5 anos e passou a ser cuidado pela sua madrinha que era uma pessoa atormentada por espíritos obscessores que a utilizavam para maltratar aquele que seria, na nossa opinião, o maior médium e maior espírito que reencarnou na Terra, depois de Jesus. Palavras de Jerônimo Mendonça em uma de suas palestras que presenciei no Centro Espírita Bezerra de Meneses, quando ele, Jerônimo, um dos maiores oradores que conheci, falava com aquele voz encorpada que Deus lhe deu. Ele dizia, quem é maior do que Chico, que eu saiba só Jesus ! Grande Jerônimo Mendonça ! Quando encarnado, aqui na Terra, viajava pelo Brasil todo em uma pequena maca. Cego, movendo apenas a cabeça, o corpo paralisado por uma enfermidade que o mantinha preso a maca. Mas, ele que foi chamado "O Gigante deitado" mantinha-se sempre disposto e brincalhão. Era mesmo um gigante na oratória, contava histórias, brincava com todos, cantava. suas histórias sobre a vida de Jesus dava-nos a impressão de sermos transportados àqueles recuados tempos, eu que não tenho uma sensibilidade mediúnica muito apurada sentia-me como viajando, a recuados tempos, tal o magnetismo irradiado por este grande espírito. Jerônimo partiu para a Pátria Espiritual a alguns anos. E Divaldo certo dia disse que o havia visto, vestido em luz. Veio caminhando ao encontro de Divaldo, abraço-o e disse sorrindo: "O gigante, agora, está de pé".
terça-feira, 22 de abril de 2014
domingo, 23 de março de 2014
Assinar:
Postagens (Atom)

