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quinta-feira, 14 de abril de 2011

BIOFORO


Esse tema não é novo. Na década de 1930, escrevia Geraldine Cummins, conceituada médium inglesa: “A mente não opera diretamente sobre o cérebro. Existe um corpo_etérico que é o elo entre a mente e as células_do_cérebro. Partículas corpusculares, muito menores do que os cientistas já conhecem, viajam ao longo de fibras do corpo etérico, para certas regiões do corpo e para o cérebro. Eu poderia chamar-lhes unidades de vida...”.

[1 - página 485]

O cientista norte-americano, Harold Saxton Burr, com sua equipe de colaboradores, investigando, durante mais de 30 anos, os campos elétricos em estruturas biológicas, verificou, através de minuciosas e delicadas medições, a existência de campos elétricos que pareciam presidir às diferentes funções biológicas de todos os seres vivos, desde os seus componentes biomoleculares, celulares, citológicos e glandulares. Segundo a sua conclusão, esses campos se estruturam no estilo de uma organização hierárquica, evidenciando que "não são resultantes funcionais, mas sim, determinantes das funções peculiares dos organismos, isto é, formam uma estrutura que governa e mantém a organizacidade do ser vivo!" Denominados "campos de vida". Todos os seres são por eles "moldados e controlados", podendo, ainda, "ser medidos e localizados por meio de modernos voltímetros". Como os campos da física. A Ciência atual não admite, sequer, a existência de uma partícula_elementar sem que a ela corresponda um agente estruturador pertencente a outro domínio, porque a energia do universo, por si só, jamais se alteraria no seu processo de expansão.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

A Experiência Aparicional da dra. Elisabeth Kübler-Ross

Em seu livro, On Life After Death, a dra. Elisabeth Kübler-Ross (1926-2004), uma pioneira no estudo de Experiências de Quase-Morte (EQM), declarou que o primeiro reporte que lhe veio sobre EQM foi de "uma certa Sra. Schwartz”. Depois de ser declarada morta após 45 minutos de tentativas de ressurreição, Sra. Schwartz começou a mostrar sinais de vida e foi reanimada. Ela viveu mais um ano e meio, durante esse tempo ela se encontrou com a dra. Ross e contou sua experiência num seminário sobre a morte e o morrer realizado na Universidade de Chicago.

Uns dez meses depois da morte da Sra. Schwartz, a dra. Ross decidiu interromper aquele seminário. Após realizar mais uma conferência sobre a morte e o morrer numa sala de aula, ela discutia sobre o fim do seminário com um ministro que trabalhava com ela em tal programa. À medida que eles se aproximavam de um elevador, onde o ministro a deixaria, Ross observou uma mulher diante do elevador. A mulher lhe parecia familiar, mas Ross não conseguiu reconhecê-la imediatamente. Assim que o ministro entrou no elevador, a mulher, a quem Ross descreveu como sendo um pouco transparente, abordou-a e perguntou se poderia acompanhá-la até o escritório da dra.. Ross então percebeu que era a Sra. Schwartz e começou a interrogar sua própria consciência.

“Este foi o passeio mais longo da minha vida,” Ross contou. “Eu sou uma psiquiatra. Eu trabalho com pacientes esquizofrênicos o tempo todo, e amo-os. Quando eles tinham alucinações visuais, eu conversava com eles.” Ela disse a sim mesma que estava vendo a Sra. Schwartz, mas que isso não podia ser verdade. Ela fez um controle da realidade em si própria e perguntou-se, se por ver muitos pacientes esquizofrênicos, não estaria ela mesma começando a ver coisas.

“Eu até toquei na pele dela para ver se estaria fria ou quente, ou se a pele desapareceria quando eu a tocasse. Foi o passeio mais incrível que já fiz; não sabia o que estava fazendo. Eu era tanto a psiquiatra observando quanto o paciente”.

Quando elas alcançaram a porta do escritório de Ross, a Sra. Schwartz abriu-a e disse a Ross que tinha voltado por duas razões, a primeira, para a agradecer bem como ao reverendo Gaines, um antigo ministro no programa, pela ajuda que deram a ela, e, segundo, para pedir a Ross que não parasse o trabalho sobre a morte e o morrer.

Ross aproximou-se de sua escrivaninha e fez outra análise da realidade, tocando em sua escrivaninha, cadeira e numa caneta. “Eu estava esperando que ela desaparecesse”, disse Ross. “Mas ela não desapareceu. Ela lá permanecia e amorosamente disse, ‘dra. Ross, você escutou-me? Seu trabalho não está terminado. Nós ajudaremos você. Você saberá quando for a hora, mas não pare agora. Prometa?’”

Como um teste adicional de consciência ou sanidade, Ross pediu à mulher que escrevesse uma nota ao reverendo Gaines. A sra. Schwartz concordou. Ela então levantou de sua cadeira, e disse, “dra. Ross, você promete,” a que Ross respondeu, “prometo”. A sra. Schwartz desapareceu.

Ross guardou a anotação e mais tarde contou a estória para muitos amigos e associados. Ela chegou a considerar que peritos poderiam examinar a impressão digital e a escrita à mão na anotação para ver se combinavam com as impressões digitais e a caligrafia da sra. Schwartz, mas Ross não chegou a concretizar isso e eventualmente entregou a anotação ao rev Renford Gaines. O pesquisador Boyce Batey mais tarde contatou Gaines - que havia mudado seu nome para Mwalimu Imara, na linha de sua herança africana - na Boston Center for Religion and Psychotherapy, Inc. Imara informou a Batey que para preservar a Sra. Schwartz e a família dela, ele não poderia fornecer uma cópia da anotação. Porém, ele providenciou a Batey o exato teor, que dizia: “Olá, vim aqui para ver a dra. Ross. Uma das duas pessoas que está no topo da minha ‘lista'. A outra é você. Eu nunca acharei ou conhecerei alguém para tomar o lugar de você dois. Eu quero que você saiba, como eu disse a ela, que eu estou em paz e em casa agora. Eu quero que saiba que você muito me ajudou. Um simples obrigado não é suficiente. Mas, por favor, saiba o quanto eu quero dizer isto. Obrigado novamente. Mary Schwartz.”

Na época a dra. Ross estava ainda muito cética quando aquilo aconteceu. “Eu não acreditava em todo aquele material”, relatou sua a atitude na hora do encontro com a Sra. Schwartz.

Desnecessário dizer que a dra. Kübler-Ross continuaria seu trabalho sobre a preparação para a morte e iria acreditar num mundo espiritual, tornando-se uma das primeiras autoridades do mundo sobre a morte e o morrer.

“A morte é simplesmente uma desfolhação do corpo físico, assim como a borboleta escapa de seu casulo,” escreveu ela. “É uma transição para um estado mais alto da consciência no qual você continua a sentir, a entender, a rir e a poder crescer.”

quinta-feira, 31 de março de 2011

terça-feira, 29 de março de 2011

NOVO VÍRUS CIRCULANDO NA INTERNET



Fale com todos os seus amigos que NÃO ACEITEM o contato Sonia_cabrilis de Hotmail, porque é um virus que formata seu computador, e, se for aceito, por algum contato seu, automaticamente você estará infectado!
Copie e envie esta mensagem para todos os seus contatos !
PRESTE MUITA ATENÇÃO ! !!
Como se não bastasse, você pode receber um e-mail Power Point chamado
'la vida es bella' ('la vita è bella') que aparentemente é inofensivo, mas,
NÃO ABRA DE MANEIRA NENHUMA E CANCELE-O IMEDIATAMENTE! !!! Se esse arquivo for aberto, seu monitor lhe mostrará uma mensagem que diz :'já é tarde demais, a vida não é mais bela!'. Em seguida você perderá tudo o que tiver no computador e o remetente da mensagem terá acesso ao seu computador em seu lugar; acessará seu e-mail e tudo o mais!
Esse é um novo vírus que começou a circular na rede sábado passado. Temos de fazer DE TUDO para bloquear este novo vírus!
A UOL já confirmou sua periculosidade e os software antivírus não conseguem detê-lo. O vírus foi criado por um hacker que se auto-define o 'dono da vida', e o seu objetivo é o de destruir os computadores domésticos para lutar contra a Microsoft; por isso usa a extensão . pps.
ENVIE ESTA MENSAGEM A TODOS OS SEUS CONTATOS. ASSIM, PODEREMOS AJUDAR
UNS AOS OUTROS

quinta-feira, 17 de março de 2011