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quinta-feira, 19 de agosto de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
sábado, 7 de agosto de 2010
Poema de um menino


Este pequeno sózinho,
A noite, no pó da estrada,
De roupa suja e rasgada,
Que passa, pedindo, o pão!
É um anjo pobre a caminho,
Sob inoscente amargura,
Pássaro triste à procura,
De ninho e consolação.
Criança desprotegida,
Durmirás, quem sabe onde.
É órfão, ninguém responde,
Aceita o que se lhe dê.
Quantas mágoas tem na vida,
Quanta miséria o consome,
Quanta sede, quanta fome
Ninguém sabe, ninguém vê !
Nunca lhe atires ao lado,
Qualquer palavra ferida,
Socorre, âmpara e ilumina,
Em nome do eterno bem!
Que este menino exilado,
Sem lar e sem companhia,
Se o céu quisesse, podia,
Ser teu filhinho, também!
Encoraja-lhe à esperança,
Envolva-o em teu sorriso,
E sentirás de improvizo
O lume de doce luz!
É que no amor da criança,
Que te agradece o carinho,
Receberás de mansinho.
A gratidão, de Jesus!
( Jerônimo Mendonça, o gigante, agora de pé)
Carro ambientalista
Me fez lembrar, um fuca, que meu pai comprou em uma barbada, nos tempos que revendia automóveis. Certo dia, quando fomos dar uma banda ( assim que falavam antigamente quando os jovens saiam a passear), em Tramandaí; um guarda de trânsito nos parou, e fez a seguinte pergunta: "O negócio, aí, é a diesel!"
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